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Finalmente uma heroína para nos representar: Mulher Maravilha

18.06.17

Representatividade e empoderamento feminino no filme da DC Mulher MaravilhaEu realmente tentei não falar nada sobre Mulher Maravilha – mesmo Eduardo tendo insistido para que eu fizesse uma resenha sobre o filme. Mesmo eu tendo amado e me emocionado com ele. Se você quer uma resenha, vá direto a esta: 7 Clichês e Estereótipos Subvertidos em Mulher-Maravilha (e outros 4 que nem tanto assim) pois neste post eu pretendo apenas contar tudo o que senti com o filme – e quem sabe você não se identifica também?

Contém Spoilers!

Se você não é muito nova com certeza esbarrou em uma tia, mãe ou avó dizendo algo como: herói é coisa de menino, essa violência, esses murros, não é pra menina. Menina tem que ser delicadinha! Por esse motivo eu sempre estive muito  meio longe de heróis, e só fui me aproximar um pouco mais por causa do Du (meu namorado) – e isso é extremamente lamentável. A divisão entre “coisas de menina” e “coisas de menino” era tão profundamente fincada nas crianças – e portanto em nós, atualmente – que eu mesma, as vezes me vejo sem saber como reagir, como ensinar minha priminha de 3 anos, o fato de que é perfeitamente comum ela querer um carrinho. E vejo com muita emoção, minha avó sem ofertar uma daquelas respostas que eu sempre ouvi, sem cortar a vontade da minha prima em brincar de futebol. Nessas pequenas coisinhas entre a educação que eu recebi e a que minha priminha está recebendo, que eu fico feliz, orgulhosa e esperançosa, de que as mulheres vão ganhando cada vez mais espaço e igualdade – dia após dia.

No filme, sem dúvidas, a minha cena preferida foi quando Diana atravessou um campo de batalha – que os homens não tinham conseguido avançar nem poucos metros em 1 ano – e deu cobertura para que os outros homens passassem. Aquela cena, encheu meus olhos de lágrimas e meu coração de esperança. Senti aquela pontada no peito, aquela vozinha dizendo – você está sendo representada, a sua força está sendo reconhecida. Porquê mesmo que nós, mulheres comuns não tenhamos poderes sobrenaturais como os de Diana e nem sejamos deusas como ela; nós temos, a força mágica da vida, do sentimento, do poder, da magia e da fortaleza. Temos sim, um poder enorme dentro de nós e muito mais do que a divindade de Diana, seu poder se deve sobretudo à sua feminilidade – sim, ao seu eu feminino, e eu vou sim, gritar pra quem quiser ouvir que ela é poderosa justamente por ser mulher, por buscar justiça, por ter bondade, por ter dentro de si verdades tão honrosas!

Se tem uma forma de reconhecer fielmente o que o feminismo busca, essa forma é observando a Ilha de Themyscira. É vendo que seu ideal de força é inteiro de uma mulher, que sua atenção e respeito são direcionados a mulheres – e não poderia ser diferente já que a sua sociedade não despreza mulheres, e também não despreza os homens. ba dum tss! Creio eu que esse seja o ponto, quando Steve chega à ilha seguido dos outros barcos, elas partem para a luta por estarem sendo invadidas. Após isso, no julgamento de Steve, não há um papo por exemplo: você nem deveria estar aqui, você é um homem! Como acontece em Londres na “vida real” com Diana. Para elas não há um inferior, há apenas o reconhecimento do diferente, mas o igual respeito. No link em que coloquei lá em cima há esta passagem que ilustra muito o que eu quero dizer:

Mais tarde, vemos que fora de Themyscira Diana é tão atenciosa e respeitosa com outras mulheres como dentro. Ela ouve Etta da mesma forma que Steve e é a única do grupo a não dar as costas para uma mulher que pede sua ajuda nas trincheiras. Isso é muito coerente, afinal, Diana foi criada por mulheres, viveu entre mulheres, e todos os seus heróis e exemplos de vida são mulheres. E isso se reflete na forma como ela se porta no mundo fora de Themyscira. Não faria sentido ela sentir rivalidade ou desprezar mulheres, assim como não faria sentido ela se sentir intimidada ou acuada por homens (ou mesmo sentir medo ou culpa por dormir ao lado de um deles em um barco). Diana não foi criada em uma cultura de estupro e de inferiorização da mulher e o resultado disso vemos nas telas: uma heroína segura de si, que confia na própria força (e na de outras mulheres), e que até escuta os homens, mas no fim toma suas próprias decisões.

E a diretora, Patty Jenkins completa, em entrevista ao Omelete:

Ela não é feminista, pois nunca ocorreu a ela que alguém seria tratado diferente, o que por si só é uma declaração poderosa. Fico aborrecida quando ela se torna o centro de controvérsias sobre ser ou não um ícone feminista. Ela é. Ela tem sido por muito tempo, ninguém pode decidir se ela deveria ser ou não. Ela é, para muitas mulheres e homens que se identificam com ela.

Todas as vezes que ela entrou no “lugar dos homens” com toda a naturalidade do mundo, eu soltava internamente, um gritinho de emoção. Retratar um pensamento tão machista – e infelizmente contemporâneo – como o da época e acrescentar a isso a Mulher Maravilha, ilustrou perfeitamente a igualdade que queremos. Ficou mais claro do que um desenho, o ideal feminista que ela quer mostrar, o contraste gritante da nossa sociedade tão sexista e o que lutamos para mudar.

Outro ponto louvável foi a vestimenta das amazonas, nada de hipersexualização, nada mostrando mais do que o necessário, nada de silicone se agarrando aos peitos. A roupa delas foi feita para lutar, e isso fica muito claro quando Diana está em Londres comprando “roupas adequadas” quando ela pergunta “como as mulheres conseguem lutar vestindo isso?” e em seguida rasga uma calça, levanta um vestido ou cai de um salto. A roupa que elas usavam eram práticas, armaduras que possibilitam uma boa mobilidade e proteção e acessórios que demonstrassem sua função na Ilha.

Essa foi a minha humilde opinião – cheia de emoção sim – sobre o filme da Mulher Maravilha. E você, já foi assistir? Me conte tudinho nos comentários ;)

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Análise crítica do filme “A Chegada” sob a ótica linguística da teoria Sapir-Whorf

08.04.17

Análise crítica do filme A Chegada sob a ótica linguística da teoria Sapir-WhorfEssa análise crítica de “A Chegada” vai ser um pouco diferente, será feita sob uma ótica linguística, seguindo a teoria de Sapir-Whorf – assim como a personagem principal, uma linguista – e jogar uma luz nos acontecimentos – que para alguns deve ter ficado um tanto nebulosos. Para isso vou me basear na discussão do filme feita pelos professores da USP Ana Müller e Paulo Chagas. Como vocês bem sabem, eu faço letras na FFLCH, mais precisamente Letras – Linguística e estou cada dia mais apaixonada pela minha habilitação – para saber mais sobre o que eu estou falando, acesse esse post.

Primeiro ponto que já deve ser deixado claro; os heptápodes querem nos dar um presente, a sua própria língua, para nos ajudar – e até certo ponto não sabemos como uma língua pode ser útil para nossa terrível humanidade – e com a a mensagem de que no futuro nós deveremos ajudá-los em troca. No ponto em que eles chegam à Terra, a raça humana está dividida (será que vai ser esse ano?) e começa mais ainda a se dividir e a ensaiar uma guerra – e é ai que o Heptápodes nos salvam, nos unindo por meio de sua linguagem.

O filme possui uma estrutura circular, começando onde termina, assim como o “registro escrito” da linguagem dos heptápodes. A escrita circular deles nos remete muito à essa ideia de ciclo, de looping eterno, tanto é que, para ler o que o simbolo transmite, não faz diferença começar de um lado ou de outro, de cima ou de baixo; em qualquer lugar que você entrar para começar a ler, é possível entender.

Análise crítica do filme A Chegada sob a ótica linguística da teoria Sapir-Whorf 1Outros pontos devem ser levados em consideração para reconhecer a importância desse filme e sua indicação ao Oscar de 2017. Denis Villeneuve (O Homem Duplicado) é o diretor da obra, o que por si só já trataria de deixar o filme um espetáculo. “The Arrival” é baseado em um conto do escritor Ted Chiang chamado História da Sua Vida que constrói uma excelente ficção científica que nos prende na emoção por querer saber mais (se eu gostei é bom hahaha, brincadeira, é que eu passo bem longe de ficção cientifica). Outro ponto bem legal são as combinações das cenas, quando a câmera começa a filmar a casa de Louise executa o mesmo movimento feito, ao filmar a abertura da nave dos heptápodes – nos fazendo pouco a pouco colher pistas sobre o porvir. Também é interessante a questão das cores, no começo, com uma atmosfera triste, o filme está todo em tons azuis e acinzentados, nos passando que aquelas cenas são de tensão e tristeza, e que vão mudando conforme o único elemento feliz da vida de Louise vai sendo apresentado: sua filha. Análise crítica do filme A Chegada sob a ótica linguística da teoria Sapir-Whorf 2

  • Começo dos spoilers

Um ponto bastante delicado do filme, é a questão das perdas e de como o ser humano lida com elas. É interessante notar que as cenas do inicio do filme, são na verdade, vislumbres do futuro, que Louise Banks (Amy Adams) estava vendo – de modo que ele mostra o que ela terá no futuro enquanto o filme está no presente, reforçando mais ainda essa ideia de circularidade. A ideia que está por trás é tão forte que faz com que a linguista aceite seu futuro mesmo sabendo que ele terá muitas dores; ela o aceita mesmo sabendo das perdas e das quedas, pela simples beleza da nossa vida: a de viver os momentos.

Ela aceita o futuro com tudo o que há nele, pois não faz muita diferença entre saber ou não saber, o futuro está lá, ele já existe, ele talvez seja inevitável, e você pode apenas aproveitar os momentos dele ao máximo. Louise transpõe a nossa concepção linear de tempo ao aprender a língua dos heptápodes e passar a ter uma visão circular do tempo.
Análise crítica do filme A Chegada sob a ótica linguística da teoria Sapir-Whorf gifTodo o filme está ancorado à teoria Sapir-Worf, de determinismo da língua, defendendo a ideia de que cada povo tem sua alma refletida em sua língua, e portanto o aprendizado de uma nova língua inclui o aluno nessa sociedade e nessa forma de pensamento, de modo que ele passa a pensar de um jeito diferente. E isso é uma ideia que eu julgo plausível porém não absoluta, e que foi melhor explicada pelo professor Paulo. Aplicando essa teoria ao significante, é importante notar que, quando nascemos, o nosso ouvido está extremamente sensível a diferença dos sons, de modo que tanto faz para um recém nascido, aprender finlandês (uma das línguas mais transparentes) quanto inglês (uma língua opaca). Assim, aplicando Sapir-Worf ao significado, podemos observar que, em cada língua há por exemplo, um modo novo de classificar as cores; em algumas línguas podem existir determinada cor que não exista em outras. Isso também ocorre no grau de parentesco, por exemplo, em turco, “tia” pode ser “hala”= tia paterna, “teyze”=tia materna, “yenge”=esposa do tio e cunhada do irmão de seu esposo. Isso nos mostra como cada povo tem um jeito próprio de encarar o mundo a partir de sua língua; utilizando novamente o turco é interessante notar a inexistência de distinções entre feminino e masculino para pronomes de sujeitos, de modo que – essa é uma tese minha – reflete na língua a sua “cultura” patriarcal e machista (infelizmente até hoje). Mas se você não sabe nada de turco, não precisa de preocupar, não precisamos ir tão longe; basta notar no inglês verbos específicos de movimentos, como por exemplo “stride”= andar a passos largos, que não há no português; de modo que eles criaram um verbo para a ação, diferente de nós, que colocamos o adjunto adnominal para este fim.

Análise crítica do filme A Chegada sob a ótica linguística da teoria Sapir-Whorf 3Quanto à metodologia de pesquisar e softwares por Louise usados, eu ainda não tenho muito conhecimento – apenas sei do PRAAT. Mas a professora Ana explicou que o mapeamento de uma nova língua é exatamente como descrito no filme – só que muito mais vagaroso – o processo é o de um levantamento de um vocabulário básico que seja praticamente imutável e bem essencial (boca, mãe, pai, nome próprio). E depois que compreendido esse vocabulário é necessário juntá-lo a uma ação – no filme, Louise pega o nome “Ian” e atrela ao verbo “andar”: “Ian anda”, o que é compreendido pelo heptápode ao imitar a ação de Ian. Depois é necessário apresentar os tempos verbais, o que no caso do heptápodes é um conceito muito mais sofisticado do que o nosso.

Algumas outras dicas servem para irem nos dando pistas sobre o que há por trás de tudo, entre eles, o nome de “Hannah” que é um palíndromo e pode ser lido tanto de trás para frente como de frente para trás, assim como a concepção de mundo e de tempo adquirida por Louise.Análise crítica do filme A Chegada sob a ótica linguística da teoria Sapir-Whorf gif 1Quanto ao final do filme e à cena envolvendo o general chinês Shang, é possível deduzir que os chineses receberam a mesma mensagem sobre “oferecer arma” e por isso inclusive, resolveram iniciar uma guerra. O fato de o general ter dado seu número pessoal no dia do lançamento do livro de Louise no futuro, pode ser explicada de formas bem enroladas: ou quando Louise estava falando com Shang ela pediu para que no futuro ele desse essa informação a ela, que foi portanto resgatada novamente no “presente” apresentado no filme. Ou Shang também consegue viajar psicologicamente no tempo, mas ai fica a pergunta: Se ele sabia o futuro e viu que a guerra não iria acontecer, porque ele a iniciou? É aqui que entra a frase dita por Louise no final: “Se você soubesse sua vida inteira, você a viveria do mesmo jeito ou a mudaria?” De modo que todos, mesmo sabendo seu final, resolveram optar pelo caminho que haveria de ser perseguido – Louise e o abandono do marido atrelado à morte da filha; do mesmo modo que Costello viveu a morte do Abbott mesmo sabendo que ele morreria, ou melhor dizendo “estaria em processo de morte”. Ou Sheng estava enfurecido com a oferta de arma dos heptápodes e resolveu mesmo assim tentar uma guerra contra eles – mesmo sabendo que seria detido. Também pode ser que no futuro, depois que Louise escreveu seu livro sobre a linguagem dos heptápodes, Sheng a tenha aprendido também, e resolveu dar a informação necessária para a resolução do conflito. Outra teoria é de que Sheng já sabia o futuro (havia aprendido com os aliens) mas sua mulher ainda estava viva, portanto quando Louise chegou e disse as últimas palavras de sua esposa a partir do que ele tinha lhe contado no futuro, ele já sabia que sua mulher iria morrer e que iria dizer aquelas preciosas palavras: “Guerra não gera vencedores, somente viúvas”. Na verdade, essa cena e seus afluentes me lembraram muito de “Efeito Borboleta”(2004) e na correspondência entre os atos do futuro e do presente, e que alterando um acaba por alterar outro, só que de uma forma mais profunda. É como se Louise não somente visse seu futuro, mas como se ela o revivesse – e talvez por isso ela, e todos os posteriores “falantes” de heptapodês não hesitem em escolher seguir o caminho do futuro, pela ânsia em realmente viver o momento inteiro no que antes só era possível experimentar por flashes incompletos.

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Resenha de A Bela e a Fera – live action da Disney| O renascimento da magia!

15.03.17

Resenha de A Bela e a Fera - live action da Disney| O renascimento da magia! por Samira Oliveira do Blog Dezoito em PontoFinalmente a resenha mais esperada, do filme mais aguardado do ano – o live action da Disney, A Bela e a Fera. A Bela e todo enredo que a cerca, sempre foram uma magia indescritível que a fizeram ser a minha princesa predileta. Na verdade, eu sempre tive uma identificação enorme com a Bela – seja pelo fato de ela ser uma leitora voraz que está sempre em busca de aperfeiçoamento e instrução, e por ser uma princesa bem mais ativa do que outras (comparem com a Branca de Neve e vão ver) – seja pelo romance tão belo e revelador, de uma verdade que carrego comigo: a de amar e sentir além das aparências. Por tudo isso e por muito mais, a minha criança interior e a minha adulta exterior elevaram ao máximo minhas expectativas para esse filme. Ver finalmente um desenho lindo e marco da minha vida – mas dessa vez, com artistas de carne e osso, é realmente deslumbrante. Ver minha diva Emma Watson encarnando minha outra diva Bela, então, foi dantesco!

Filme: A Bela e a Fera
Direção: Bill Condon
Duração: 2h10m
Genero: Musical Live Action
Classificacao:
Sinopse: “A Bela e a Fera” é a fantástica jornada de Bela, uma jovem linda, brilhante e independente que é aprisionada pela Fera em seu castelo. Apesar de seus medos, ela se torna amiga dos serviçais encantados e aprende a enxergar além do exterior horrendo da Fera e percebe o coração gentil do verdadeiro Príncipe que existe em seu interior.
Resenha de A Bela e a Fera - live action da Disney| O renascimento da magia! por Samira Oliveira do Blog Dezoito em Ponto

Não sei vocês, mas eu sempre tenho a esperança de que “o filme seja igual ao livro” e nesse caso “igual ao desenho”. Por mais que a gente fale de cinema, pesquise, aprenda, e entenda que são artes diferentes – e também a animação do live – é inevitável, que lá no fundinho do coração, a gente não espere uma coisa que ao menos se aproxime do “real” que conhecemos á tempo. E esse, finalmente foi um pedido atendido pela Disney; como não é segredo para ninguém, as cenas do live foram assustadoramente bem aproximadas – e ouso dizer, bem copiadas – da animação – e isso foi incrível! Assisti ao “original” nas férias, de modo que ele já estava fresquinho na minha memória quando fui hoje – dia 14 à cabine de A Bela e a Fera. Não tive como não me emocionar fortemente em ver aquelas cenas tão assistidas em um formato mais real, em algo muto mais próximo de nós. Então, o encanto começa sem dúvidas alí.Leia mais

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Wishlist encantada de A Bela e a Fera

15.02.17

Wishlist encantada de A Bela e a Fera - confira itens incríveis e fofinhos inspirados nesse filme lindo!Com a estreia de A Bela e a Fera se aproximando, nossos corações de fãs ficam cada vez mais ansiosos né? Por isso trouxe alguns itens lindos e fofos – inspirados no filme – para você comprar e já ir entrando no clima Disney ♥

O Jaqueta linda é de uma artista *graças a Deus* do Brasil mesmo. Ela pinta tudo à mão e além de jaquetas ela também personaliza tênis maravilhosos – vale muito a pena conferir o Instagram dela e babar um pouco mais! Já as almofadas da Dica Ateliê e da Rbitencourt são muito apaixonantes, a da Rbitencourt é feita em feltro e toda a mão – vale a pena conferir essas duas lojas lindas!

Vocês sempre me perguntam pelo Instagram onde eu comprei meus Funkos, e foi no grupo da maravilhosa Marli Gomes, ela tem todos os Funkos possíveis – logo vai chegar os novos da Bela e a Fera – e com o melhor preço do mercado! Para vocês terem uma ideia, o Pop normal sai por R$ 56,00 *seria meu sonho?*

E o que dizer dos bonequinhos em feltro? Você percebeu que tem até um detalhezinho na Fera? A cabeça de animalzin é móvel, então você pode usar ele tanto como fera como humano, uma graça né? Quanto ao colar de vitral e ao bordado em bastidor, eles são de lojas do Etsy – que é tipo um Elo7 dos exterior e é super confiável, já comprei jóias por lá e tudo chega muito bem! Já o pingente em biscuit é da maravilhosa parceira do blog

Já o marca página de sereia-Bela é da lojinha da Maidy  e tem mais tantos outros itens maravilhosos – inclusive um planner para blogueiras e youtubers (todo sereístico!). O pingente da Vivara é meu queridinho da minha pulseira, e fiz um post bem completinho comparando a Vivara com a Pandora – você pode conferir ele aqui.


E ai? Já elegeu seus queridinhos da minha wishlist? Você também confecciona, conhece ou baba algum outro item fofo da Bela e a Fera? Manda pra mim por e-mail, vou adorar conhecer seu trabalho ou admirar mais um item lindo desse tema. ♥

E se você gostou dessa wishlist, vai adorar ver mais uma clicando aqui. E se você quiser mais dicas de compras, visite as tags: Compras Online e Compre de Quem Faz
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Resenha e crítica| La La Land – Cantando Estações

31.01.17
Resenha crítica - Musical La La Land. Entenda porquê foi um sucesso e um marco no cinema.      O musical foi a grande estrela do Globo de Ouro, ganhador de mais de 7 prêmios como “Melhor atriz”, “Melhor Ator”, “Melhor Diretor” e “Melhor Filme” Estamos vivendo hoje a ascensão de uma obra que será um clássico no futuro. Estamos vendo musicais novamente às telonas, que fazem referência à importantes filmes do gênero. Estamos percebendo um enredo aparentemente fraco, mas com questões tão sérias que são postas à tona e nos fazem refletir. Um filme que vai te fazer querer sair dançando da sala do cinema, e repensando sobre os caminhos que você anda trilhando.
Filme: La La Land - Cantando Estações
Direção: Damien Chazelle
Duração: 128 minutos
Genero: Musical
Classificacao:
Sinopse: Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.

Se você torce o nariz para musicais, espere mais um pouco e confira algumas informações sobre o filme La La Land e talvez, ao final, eu consiga lhe convencer a assistir. Simbora?

Um ponto que deve ser levado em consideração são os prêmios que o longa já conquistou. Ganhador de mais de 7 prêmios como “Melhor atriz”, “Melhor Ator”, “Melhor Diretor” e “Melhor Filme” foi a grande estrela do Globo de Ouro. Vocês já pensaram que estamos vivendo hoje a ascensão de um filme que se tornará um clássico no futuro? Imaginem como alguns filmes aclamados pela critica atual não foram açoitados – e continuam sendo – quando foram lançados? Pelo que andei lendo nas redes sociais, teve gente que achou o filme muito entediante e pacato, chegando até a dizer que teve que sair da sala nos primeiros 15 minutos. Eu, pessoalmente, não estou muito acostumada a assistir musicais, então no comecinho senti uma certa dificuldade em me concentrar – isso porque estou acostumada a mais diálogos e cenas do que a música propriamente dita. Mas, lá vai, se você tivesse ficado mais do 15 minutos no cinema teria percebido que ele não é apenas um cult passageiro.

Com a direção e roteiro de Damien Chazelle – que já havia estreado com “Whiplash” – o garoto prodígio nos traz um enredo raso, porém é necessários ler as entrelinhas e ir mais a fundo para perceber o que há de complexo no roteiro. De primeira já sabemos, se trata de uma história de amor. Mas mais que isso, se trata de uma história – que já foi trabalhada em “Whiplash” e que está virando um light motive do escritor – que fala sobre a colisão entre o que você espera da sua vida profissional e o que você espera da sua vida pessoal, e afinal, como é possível por em concordância aspectos tão diferentes da nossa vida. Mais até que isso, através das músicas e da conexão entre os dois personagens centrais, assim como através da mudança das estações, podemos pouco a pouco percebe o tamanho peso de nossas escolhas.

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