Arte

Da confeitaria para o atelier, conheça os acessórios em biscuit de Bruna Nóbrega do “Arte Vira Lata”

06.02.17

Acessórios em Biscuit feitos pela artista brasileira Bruna Nóbrega, da Loja Arte Vira Lata. Confecciona miniaturas perfeitas, delicadas e repleta de detalhes. Além de acessórios ela ainda cria os "cenários" que você pode pendurar na parede ou usá-lo apoiado também como enfeite. Sua especialidade são as miniaturas de doces, pequenas perfeições nas mãos da rainha dos biscuits. Conheça a rainha dos biscuits e se apaixone você também, por essa arte incrível!Quem diria que biscuit poderia virar uma peça tão incrível nas mãos de uma artista? Antes do Arte Vira Lata eu não imaginava que isso seria possível. Acessórios em biscuit que parecem até que uma fadinha os fez encolher – tamanha a perfeição e detalhes! Cenários delicados e minuciosamente montados para refletir toda a personalidade da pessoa que encomendou e enfeitar aquele lugar especial da casa ♥ Quem imaginaria que essa moça tão “de humanas” e artística, é gastrônoma? Pensando bem, o Arte Vira Lata tem mesmo essas coisas de nos surpreender. Pelo menos é esse o sentimento mais forte em mim – e em todos que conhecem a marca – a cada vez que eu vejo uma peça nova. É como se ela conseguisse se reinventar a cada dia – até mesmo as pessoinhas em biscuit ela já está conseguindo fazer maravilhosamente! As vezes eu fico totalmente sem palavras para expressar a alegria que sinto em ver tudo o que essa moça tão especial consegue fazer! Acho que na verdade, eu tenho uma certa emoção inexplicável por miniaturas, talvez isso me faça lembrar da minha infância e dos mini acessórios da Barbie, ou talvez seja a representação que o meu inconsciente encontrou para resumir toda a minha alegria de infância. Mas eu cresci, e a minha paixão por miniatura cresceu junto comigo – seja para usar ou para enfeitar, eu sempre sou atraída para a delicadeza dessas peças. Encontrar a Bruna e seu trabalho, foi como encontrar uma parte de mim, perdida em algum canto do passado – a qual eu sempre quis reencontrar. E bom, isso eu nunca havia contado pra ninguém.

Acessórios em Biscuit feitos pela artista brasileira Bruna Nóbrega, da Loja Arte Vira Lata. Confecciona miniaturas perfeitas, delicadas e repleta de detalhes. Além de acessórios ela ainda cria os "cenários" que você pode pendurar na parede ou usá-lo apoiado também como enfeite. Sua especialidade são as miniaturas de doces, pequenas perfeições nas mãos da rainha dos biscuits. Conheça a rainha dos biscuits e se apaixone você também, por essa arte incrível!

Acessórios em Biscuit feitos pela artista brasileira Bruna Nóbrega, da Loja Arte Vira Lata. Confecciona miniaturas perfeitas, delicadas e repleta de detalhes. Além de acessórios ela ainda cria os "cenários" que você pode pendurar na parede ou usá-lo apoiado também como enfeite. Sua especialidade são as miniaturas de doces, pequenas perfeições nas mãos da rainha dos biscuits. Conheça a rainha dos biscuits e se apaixone você também, por essa arte incrível!


Para mostrar um pouco mais dessa marca linda eu convidei a Bru para um entrevista rapidinha sobre o Arte Vira Lata, e bom, sobre ela também! Assim como ela disse, sua marca é única como os vira-latas são. Seu amor pelo que faz é visível e se transborda de cada peça, de cada conversa, de cada foto. Espero que você goste da nossa conversa e fique mais apaixonado ainda por essa artista! E para conferir o Photoshoot que fiz com os acessórios da Bru, clique aqui.

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Literatura

“The Kiss of Deception” – Mary E. Pearson | Força e Tradição

02.02.17

Resenha literária e crítica The Kiss of Deception - Mary E. Pearson - Força e TradiçãoSabe aquele livro que te invade e te consome? The Kiss of Deception fez isso comigo, e é por isso que hoje se faz necessária essa resenha crítica. Sobre amor, guerra, reinos distantes, tradição e aventuras; vem descobrir porquê essa obra não pode faltar na sua estante!

Livro: The Kiss of Deception
Série: Crônicas de Amor e Ódio
Autor(a): Mary E. Pearson
Editora: Dark Side
Genero: Fantasia
Páginas: 416
Classificacao:
Sinopse: Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas – menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro?

Vocês já sabem que eu amo princesas – mas estava acostumada às princesas da Disney – então quando me apresentaram à princesa Lia eu já fiquei empolgada, é a segunda princesa empoderada que conheci esse ano (a primeira foi a Moana) e ela não deixou de me surpreender.

Aquele era o dia em que mil sonhos morreriam e um único sonho nasceria – Princesa Lia

A história já começa no meio de uma cena, sendo narrada pela protagonista, Lia. Por não contextualizar todo o mundo anteriormente – mas começar imerso no universo da obra – o livro nos faz mergulhar num mundo totalmente novo, e sem nenhuma expectativa de regresso. Mary nos faz adentrar seu mundo e questionar nossa própria mentalidade – conforme nos vai apresentando a cultura que ela mesma criou. A primeira cena já expõe uma tradição marcante da nossa sociedade: o casamento. E já mostra de cara, as adversidades e opiniões divergentes sobre ele. Nessa organização, o casamento da Primeira Filha do reino é baseado em negociações que beneficiem ambos lados – no caso, que una reinos amigos para que juntos possam lutar contra os bárbaros. Como já era de se esperar, nossa heroína não ficou nada satisfeita com isso, principalmente por terem tomado dela seu poder de voz e de escolha – essa é uma questão que acompanha todo o percurso desse herói, a divergência entre suas vontades e suas obrigações, entre sua vida e a dos outros, entre suas escolhas e as escolhas alheias. Parece que Lia está sempre atrás, sempre tentando conduzir sua vida, sempre tentando escolher, tentando resgatar para si a independência que lhe foi tirada desde muito cedo. Além do casamento, outras questões parecem ser tratadas com muito mais leveza do que nós costumamos tratar; por exemplo, a maternidade precoce (17 anos) é tratada com naturalidade, o que é perfeitamente normal tendo em vista a organização social e *quase* tradicional, em que as mulheres são responsáveis por afazeres mais domésticos (principalmente entre a realeza já que na plebe costumam todos trabalharem, inclusive as mulheres). Outro assunto mencionado sem grande alarde – e apontando para o avanço na sociedade dos reinos – é sobre o sexo antes do casamento (em nossa organização judaico-cristã, é considerado ainda algo estranho para os antigos) e nos fazendo refletir os contrastes ante o que vivemos e o que foi criado por Mary, ou seja, a tradição considerada conservadora dos reinos em contraste com o que nós consideramos conservador.

Esse contraste de valores também é algo que me chamou atenção. Em certo momento o adultério é mencionado como uma opção corriqueira – já que na lógica da realeza o casamento serve apenas para diplomacia e procriação. Em contrapartida, há muitos outros valores bem quistos por eles, e que também nós consideramos louváveis. Exemplo disso é a religião e os suas práticas devocionais; em nãos raros momentos, os deuses são apresentados como uma força poderosa que pode alterar o curso de nossas vidas. Interessante notar que toda a crença desse povo surgiu depois de um renascimento da humanidade, em que os poucos Remanescentes escolhidos e aptos foram dando luz aos povos da atualidade. É ai que entra uma qualidade peculiar e cercada de mistérios: o dom. O dom teria sido conquistado com a jornada dos Remanescentes pela terra devastada – que teriam sido ainda, comandados e ajudados pela jovem Morrighan – e passados por gerações de Primeiras Filhas do reino de Morrighan, um poder que permite que a portadora veja e sinta antes que todos, e que de acordo com a lenda, teria sido a principal fonte de conhecimento da jovem Morrighan no auxílio aos Remanescentes.

“Eristle me ajudou a aprender a ouvir, a me fechar para o ruído até mesmo quando os céus tremiam com o trovão, até mesmo quando meu coração tremia de medo, até mesmo quando os ruídos das coisas do dia a dia enchiam minha cabeça. Ela me ajudou a aprender a ficar em silência e ouvir o que o mundo queria compartilhar. Ela me ajudou a aprender a ficar imóvel e a saber. Deixe-me ver se consigo ajudar você”

Para se livrar do casamento, Lia planeja uma fuga com sua amiga e servente Pauline. Levando poucos pertences, vestida com um tradicional vestido de casamento e portando um kavah nas costas, Lia parte com sua fiel escudeira rumo à Terravin, um vilarejo litorâneo não muito distante de Morrighan – onde as casas são coloridas e o povo é trabalhador, onde as esposas esperam ansiosas por seus maridos que se entregaram às fúrias do mar para pescar. Depois de uma exaustiva viagem, em que a dupla tentar cobrir seus rastros para que não sejam seguidas, elas finalmente chegam ao destino, o vilarejo em que Pauline cresceu e onde pretende construir uma vida ao lado da amiga e do namorado que está lutando pelo rei, pai de Lia. Em Terravin, Lia abnega-se de todos os tratamentos reais e busca ao máximo se misturar e ser considerada alguém “comum”. Mostrando sua essência, ela finalmente fará o que é sente vontade e começa a trabalhar como garçonete na taverna de Berdi, a mulher responsável por ter criado Pauline.Resenha literária e crítica The Kiss of Deception - Mary E. Pearson - Força e TradiçãoO príncipe, deixado para trás é obrigado a partir em busca de sua noiva – assim como um assassino mandado para capturar e matar Lia. Como ambos tem nomes muito próximos e características físicas bem parecidas, eu fiquei um pouco perdida decidindo quem era quem – obtendo quase a mesma sensação tida por Lia, ela mesma não sabia qual dos jovens estonteantes seria o responsável por tirar sua vida e nem mesmo desconfiava de tal fato. Por esse motivo eu fiquei até a página 267 (praticamente o meio do livro) imaginando que, quando ela falava com um dos jovens ela falava com o Assassino, sendo que na verdade ela estava falando com o Príncipe – e vice versa. Por isso, depois de desfeito o embaralho dos dois eu resolvi anotar o nome de cada um seguido de sua qualificação – e usei para consulta sempre que um deles era mencionado, pelo menos até que eu pudesse associar o nome à pessoa correta sem mais precisar de ajuda.

Fiquei muito satisfeita e encantada com a narração. Ela é feita inicialmente apenas por Lia e depois é dividida entre o Assassino e o Príncipe – e eventualmente passada para outra personagem. Também gostei de terem mantido alguns aspectos da obra original; além evidentemente, do título, os diálogos são dados em forma de aspas e não de travessão. A perduração da forma anglófona de indicar diálogo deixou a história bem mais fluida – embora eu tenha lido poucos livros com esse formato eu gostei bastante, estou pensando até em aplicar a técnica ao meu livro. Ainda sobre os diálogos, é interessante notar como a autora consegue deixá-los profundos interessantes. As comparações feitas também são bem criativas e gostosas de ler, nos deixando com aquela sensação boa de estar lendo algo único; a comparação que achei mais inovadora e interessante foi: “… nossa conversa fluía com a facilidade de um xarope quentinho.”

“Será que ele sabia o que era amor? A propósito, será que eu sabia? Até mesmo os meus pais pareciam não saber. Cruzei os braços atrás da minha cabeça, como se fossem um travesseiro. Talvez não houvesse nenhuma forma de definir o sentimento. Talvez houvesse tantos tons de amor quanto existissem tons de azul no céu.

Já no início nos são apresentadas 3 mecanismos que irão nos ajudar a entender a obra e serão os responsáveis em ir nos preparando para cada desenrolar da história. Esses mecanismos fazem com que a gente comece a tecer teses e suposições sobre cada acontecimento, sendo-nos possibilitado assim, ir fazendo as devidas conexões e juntando uma peça com a outra. Com a habilidade de quem tece uma rede de pesca, Mary E. Person vai nos dando mais linha, nos prendendo em sua história, nos dando pistas para que nós mesmo possamos construir o que virá a seguir. E 0 final desse caprichoso trabalho de artesã, você já pode desconfiar, estamos tão imóveis em sua trama que não podemos mais largar, não podemos mais abnegar de respostas. Dessa forma, a leitura pode ir facilmente da noite até o raiar do dia, e daí até a tarde, num afã infindável por saber o que virá a seguir. Para isso, nossa lã é denominada como “Os Últimos Testemunhos de Gaudrel”,”Livro dos Textos Sagrados de Morrighan” e “Canção de Venda” e nossa roca de fiar como o mapa do reino, por fim temos nossa própria linha, onde, com a ajuda de Mary podemos fazer a história, juntamente com os personagens.Resenha literária e crítica The Kiss of Deception - Mary E. Pearson - Força e Tradição

  • Agora, deixa eu comentar um SPOILER? Preciso contar minhas ideias a respeito do livro 2!

Se você já leu o livro, quero que se atente para minhas suposições e me diga se chegou ao mesmo lugar que eu, se usou a sua linha como eu usei ;) Percebi que há uma conexão entre “Os Últimos Testemunhos de Gaudrel” e “Canção de Venda” isso porquê eu percebi que Lia *Jezelia* é descendente direta de Morrighan “Dos quadris de Morrighan…” esse trecho foi retirado da “Canção de Venda”, as histórias contadas pela mulher ensandecida de um rei. Também notei que Gaudrel é a mãe de Morrighan ou no mínimo a responsável por criá-la: “Que todos saibram:/ Eles a roubaram,/A minha pequena./Ela tentou me alcançar, gritando,/Ama./Ela é uma jovem mulher agora,/E esta velha não os conseguiu parar,/ Que os deuses e as gerações saibam,/Que eles roubaram da Remanescente./Herik, o ladrão, ele roubou a minha Morrighan,/E depois a vendeu por um saco de grãos,/Para Aldrid, o abutre.” 

A partir desse poema é possível conectar com os versos: “Venha, minha criança. Está na hora de partir./Antes que venham os abutres./As coisas que duram. As coisas que permanecem. As coisas que não me atrevo a dizer a ela./Contarei mais a você enquanto caminhamos. Sobre outrora./Era uma vez…” 

Mas então minha teoria cai por terra, já que no começo do verso anterior (que eu não coloquei inteiro) há uma parte, um detalhe, que me passara despercebido:

“Fim da jornada. A promessa. A esperança” e ainda “Busco em minhas memórias. Um sonho. Uma história. Uma lembrança indistinta./Eu era menor do que você, criança” Esses dois trechos assomado ao último: “Era uma vez, minha criança, uma princesa que não era maior que você. Ela tinha o mundo ao alcance de seus dedos. Ela ordenava, e a luz obedecia…” Com todos esses trechos em mente é possível ver por outro ângulo, talvez Gaudrel não seja a cuidadora de Morrighan pois “eu não era maior que você” e ela não esteja contando essa história para Morrighan mas sim para qualquer outra criança. Mas porque então o poema e a garotinha teriam tamanho destaque? Você também conseguiu pensar nessas hipóteses de conexão entre as lendas? E quanto aos “Textos Sagrados de Morrighan” você notou que eles contam a história antes dos deuses castigarem os que povoavam a Terra?Resenha literária e crítica The Kiss of Deception - Mary E. Pearson - Força e Tradição


Esse foi o meu primeiro livro da editora DarkSide e eu já fiquei encantada. Todo cuidado e capricho com a obra a deixam com o valor estético que ela merece. Gostei bastante da capa fosca com as letras em relevo e fiquei bem contente em descobrir, assim que abri o livro, que eu ainda havia ganhado um marca páginas da obra e um pôster. Outra coisa que gostei bastante foi o mapa, como eu disse ele é um instrumento importante para a fluidez da história e para conferência da distância e aparência dos reinos – como eu disse, ele é minha roca de fiar. As margens são grandes e deixam a leitura mais confortável – assim como as folhas amareladinhas. Também fiquei encantada com a lettering e os adornos do número da página e do começo de cada “capítulo”. As páginas pretas do começo e do fim – apresentando o título, mostrando o símbolo da editora (a caveira) e no final, com os agradecimentos da autora e uma breve biografia desta – são um charme a mais. Essa editora está me conquistando cada vez mais, no começo eu achava que eles editariam apenas livros de terror (algo que eu fujo um pouquinho), mas depois que descobri The Kiss of Deception (que inicialmente eu me sentia atraída pela capa mas fugia por pensar que era terror) já virei fã de carteirinha! Não que eu não goste de terror, mas eu tenho um sincero medo do terror moderno hehehe. Já tenho uma lista de obras da editora (que eu estou babando); como Edgar Allan Poe – Medo Clássico (cêis sabem que eu amo Poe né? Quase escolhi inglês na habilitação só por ele hehehe), “Frankenstein, ou o Prometeu Moderno”, “Menina Má”, “Em Algum Lugar nas Estrelas”, “A Noiva Fantasma”, “A Menina Submersa”, “O Circo Mecânico”, “Labirinto” (siiim, do filme!) e “Os Pássaros” sim, eu gosto de suspense  :mrgreen:

E você? Qual seu queridinho da editora? O que achou da resenha? Já leu ou ficou com aquela vontade mágica de ler o livro? Conta pra mim nos comentários! Eu leio tudo com muito amor ♥Resenha literária e crítica The Kiss of Deception - Mary E. Pearson - Força e Tradição

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Resenha e crítica| La La Land – Cantando Estações

31.01.17
Resenha crítica - Musical La La Land. Entenda porquê foi um sucesso e um marco no cinema.      O musical foi a grande estrela do Globo de Ouro, ganhador de mais de 7 prêmios como “Melhor atriz”, “Melhor Ator”, “Melhor Diretor” e “Melhor Filme” Estamos vivendo hoje a ascensão de uma obra que será um clássico no futuro. Estamos vendo musicais novamente às telonas, que fazem referência à importantes filmes do gênero. Estamos percebendo um enredo aparentemente fraco, mas com questões tão sérias que são postas à tona e nos fazem refletir. Um filme que vai te fazer querer sair dançando da sala do cinema, e repensando sobre os caminhos que você anda trilhando.
Filme: La La Land - Cantando Estações
Direção: Damien Chazelle
Duração: 128 minutos
Genero: Musical
Classificacao:
Sinopse: Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia (Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente. Em busca de oportunidades para suas carreiras na competitiva cidade, os jovens tentam fazer o relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama e sucesso.

Se você torce o nariz para musicais, espere mais um pouco e confira algumas informações sobre o filme La La Land e talvez, ao final, eu consiga lhe convencer a assistir. Simbora?

Um ponto que deve ser levado em consideração são os prêmios que o longa já conquistou. Ganhador de mais de 7 prêmios como “Melhor atriz”, “Melhor Ator”, “Melhor Diretor” e “Melhor Filme” foi a grande estrela do Globo de Ouro. Vocês já pensaram que estamos vivendo hoje a ascensão de um filme que se tornará um clássico no futuro? Imaginem como alguns filmes aclamados pela critica atual não foram açoitados – e continuam sendo – quando foram lançados? Pelo que andei lendo nas redes sociais, teve gente que achou o filme muito entediante e pacato, chegando até a dizer que teve que sair da sala nos primeiros 15 minutos. Eu, pessoalmente, não estou muito acostumada a assistir musicais, então no comecinho senti uma certa dificuldade em me concentrar – isso porque estou acostumada a mais diálogos e cenas do que a música propriamente dita. Mas, lá vai, se você tivesse ficado mais do 15 minutos no cinema teria percebido que ele não é apenas um cult passageiro.

Com a direção e roteiro de Damien Chazelle – que já havia estreado com “Whiplash” – o garoto prodígio nos traz um enredo raso, porém é necessários ler as entrelinhas e ir mais a fundo para perceber o que há de complexo no roteiro. De primeira já sabemos, se trata de uma história de amor. Mas mais que isso, se trata de uma história – que já foi trabalhada em “Whiplash” e que está virando um light motive do escritor – que fala sobre a colisão entre o que você espera da sua vida profissional e o que você espera da sua vida pessoal, e afinal, como é possível por em concordância aspectos tão diferentes da nossa vida. Mais até que isso, através das músicas e da conexão entre os dois personagens centrais, assim como através da mudança das estações, podemos pouco a pouco percebe o tamanho peso de nossas escolhas.

Resenha crítica - Musical La La Land. Entenda porquê foi um sucesso e um marco no cinema. Leia mais

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Como foi meu 1º ano na faculdade de Letras #1

30.01.17

Como foi meu primeiro ano na faculdade de Letras na USP

Bom, pra começo de conversa, se você está lendo esse post, muito provavelmente você é um calouro (bixo) da Letras e está atrás de informações sobre esse novo mundo. Para saber o comecinho, ou seja, o dia da matrícula na USP e como começou minha nova vida, leia esse post . Pois nesse aqui vou tentar explicar mais ou menos como funciona a faculdade, mais especificamente a Letras, e como eu lidei com isso.


Não sei você, mas eu quando estava na escola usava um material didático próprio desenvolvido pelo sistema da escola – no caso, o Poliedro – e pelo que me lembro, apenas uma vez usei livros que não fossem todos do mesmo sistema. Então na minha cabeça vazia de adolescente da escola eu já mirabolava alguma apostila muito louca da USP – mas eu sabia que não seria assim, lógico. Então pensei que nós teríamos de comprar muitos livros, pois afinal foi isso que eu sempre tinha ouvido: “faculdade de Letras lê-se muito, você vai amar”. Então ok, já pedia clemência aos céus e perdão de meus pecadinhos em falar pra minha avó que, além de todo o dinheiro gasto com escola a vida toda a gente ainda ia ter de comprar inúmeros livros! Mas ainda bem, não foi isso que aconteceu… Eis então, a grande verdade, não usamos livros, usamos o famigerados xeróx – uma obra prima da humanidade que te acompanhará do início ao fim e te fará perder muitos “dinheiros” que iriam pra coxinha. Isso descobri pelo grupo do Facebook (a cada ano eles fazem um grupo novo da Letras para os calouros – mas todos os veteranos acabam entrando também e o grupo do ano anterior fica esquecido – então já te aconselho, clica ai e entra no nosso grupo, ou se você é de outra faculdade, procura ele no Face e já pede pra entrar – isso vai te ajudar muito!

Outra coisa interessantíssima (e que me rendeu vários “nossa que folga” ou “nossa que curso fácil” ou “que moleza essa USP!) foi: você terá apenas 4 matérias; sendo elas: Introdução aos Estudos Literários (IEL), Introdução aos Estudos Clássicos (IEC), Introdução aos Estudos da Língua Portuguesa (IELP) e finalmente, Introdução à Linguistica (IL ou Linguística mesmo). Cê tá perdido? Não fique, vou explicar tudo tim tim por tim tim.

Primeiro: Literários (apelido carinhoso pra IEL). No primeiro semestre eu passei a odiar literatura com todas as minhas forças (e olha que minha motivação principal para a faculdade sempre foi a literatura) isso porquê o professor que eu “cai” não me agradava nem um pouco; me dava sono (e olha que é difícil eu tem sono em aula), me dava tédio, náuseas e vontade de morrer. Mas no fim, depois de muita luta contra o ventilador e contra ao lixo (ele não gostava do ventilador e nem do lixo) conseguimos sobreviver, eu, com 8 graças ao que aprendi na escola. Em IEL você vai aprender os fundamentos da literatura, ou prosa ou poesia, e são coisas bem básicas para quem já gosta dessa área – rimas, verso, figuras de linguagem e outras coisinhas (eu tive poesia no 1º semestre e prosa (conto) no segundo. No segundo semestre eu fui muito feliz nessa matéria, aprendi muita coisa com uma professora incrível (calouros, podem vir pedir o nome dessa linda e vão todos correndo com ela ♥), ela era maravilhosa e sinto muita saudades das aulas dela. Ela trabalhou conto e começou a falar de romance, e eu nunca imaginaria que conto poderia ser tão fantástico (olha o trocadilho hehe) e mágico.

Informação importante: no primeiro semestre você não escolhe seus professores e nem no primeiro semestre da habilitação (já vou explicar) então corre o risco de você cair com alguém famoso pela chatice ou com alguém muito famoso pela perfeição, é apenas uma questão de sorte.

IEC: Já nessa matéria eu tive a grande felicidade de no primeiro semestre cair com uma professora disputadíssima e conhecida, que ensinava muito bem e era um anjo de pessoa (ainda por cima engraçada e vegana). Mas no segundo o Júpiter mostrou sua verdadeira face cruel e me jogou com uma professora que não tinha uma fama muito boa e bom, isso deixemos para outra conversa. Nessa disciplina, no primeiro semestre, vimos e lemos (eu comprei mas ainda não li) Ilíada, Odisseia e Eneida. E no segundo vimos (acho) teatro grego e mais algumas coisas como Comédia e Tragédia. É uma parte bem gostosa pra quem gosta dessa parte antiga e é bem interessante (as Comédias são realmente engraçadas, acreditem) e mais legal ainda é trabalhar o pensamento da sociedade da época e contrastar com o atual.

Outro fato importante sobre as matrículas nas aulas (que são distribuídas pelo sistema Jupiter Lucifer ) é que mesmo quando você pode escolher os professores (como no segundo semestre ou do quarto em diante) você pode não conseguir o professor que você quer. Isso porquê o sistema tem um critério (sombrio e louco) de seleção; alguns dizem que é pela nota da Fuvest, outros que é pela média ponderada, outro que é por ordem de matrícula na aula e outros ainda que é obra do The mo (sendo ou não, sabemos que o sistema é Lúcifer então não seria de se espantar né?)

IELP: Pensem numa matérias gostosinha e leve, IELP será. Quase todo mundo não gosta (mas minha vó sempre disse que eu não sou todo mundo e eu sou do contra, sempre amei botânica enquanto todos odiavam) mas eu acho uma delícia! No primeiro semestre tive aula com uma dupla ótima, eles eram muito organizados e metódicos e o trabalho final eu escolhi fazer sobre preconceito linguístico ♥. No segundo semestre também consegui um professor muito bom, também muito organizado e pasmem, super engraçado e fofo! Aqui vocês vão aprender a história do português e suas transformações e também todos os nomes (diferentões) para cada detalhezinho de cada texto. Asseguro-lhe que é bem interessante e fácil, porém um pouco trabalhoso.

Linguística: Essa é uma matéria linda que estuda as relações entre o que está escrito o significado, ou significante e significado ;) e mais algumas muitas coisinhas (que irei aprender este ano na habilitação). Consegui no segundo semestre pegar o mesmo professor do primeiro e ele era muito bom, na verdade acho que um dos melhores, e explicava muito bem.


  • Quanto a livros

Nos aconselharam a comprar 2 livros que são como apostilinhas da Linguística; o Introdução à Linguística 1 e 2  E foram de fato muito úteis pois cada capítulo foi escrito por um professor da Lx e eles gostam bastante desse livro e costumam usar bastante, além disso, eles têm exercícios muito bons no final – e ajuda a treinar pra prova. Outros livros que comprei foram Illíada, Odisseia e Eneida, e alguns da Cosac & Naify ,fora alguns outros que encontrei no “sebo” da letras e alguns na editora da FFLCH, a Humanitas. Então assim, imprescindível são os xérox, mas a maioria deles você ou encontra na internet ou o professor disponibiliza online – mandando por e-mail para os alunos ou através da plataforma Moodle Stoa. O Moodle vai ser um grande aliado seu, nele os professores que o usarem, colocam todas as datas de provas e trabalhos, todas as leituras e sugestões e ainda podem mandar mensagens para todos – muito útil para quando eles precisam faltar por conta de algum congresso ou evento do gênero.

Uma coisa interessante e que senti falta foi: aqui não é mais o ensino médio, não tem sinal pra tocar. E isso me deixou meio desnorteada pois no começo eu era bem avoadinha e distraída (como você bem sabem, com a mudança eu evolui muito e acho que finalmente, adulteci) mas ai é só você seguir a movimentação que vai acontecendo e ir seguindo até a sala – ou ficar nela caso você esteja preso em algum livro muito bom.

Na Letras tem uma lanchonete bem boa, as pessoas são bem legais e gentis – e até esquentam minha marmita no microondas deles hehe. Outra coisa importante de saberem é o CAELL (Centro Acadêmico de Estudos Literários e Linguísticos) – a gestão atual é a Viramundo que teve umas propostas muito boas e ganhou merecidamente♥eles cuidam de toda a organização da calourada por exemplo e resolvem eventuais problemas que possamos ter com a faculdade, nos ajudam e nos orientam.


Bom, esse é o primeiro post da série “Calouros Letras USP” e espero que tenham gostado! Vou postar mais coisas e explicações sobre a faculdade, então se você não vai fazer esse curso continua comigo pois vou falar sobre coisas que toda faculdade tem, você vai gostar!

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15 diferenças que todo mundo sente entre São Paulo e o interioR

25.01.17

Não adianta, São Paulo é bem diferente do interior – e eu senti cada diferença muito bem quando me mudei pra lá. Tem coisas que só tem em SP, algumas que pra mim eram enormes absurdos. Confira as 15 maiores diferenças (na minha opinião) entre a Terra da Garoa e o interiorzão.

15 diferenças que todo mundo sente entre São Paulo e o interioR

 

  • Esquerda livre? Que?

Na primeira vez que andei de metrô e uma colega me ensinou a me movimentar por lá eu achei tudo muito louco – como assim só posso andar pela direita? Aqui no interior não tem esse negócio não, vai todo mundo pro mesmo lado e se bobear vai um em cima do outro mesmo.15 diferenças que todo mundo sente entre São Paulo e o interioR

  • Bobeou já está perdido

Aqui em Piracicaba, eu sempre digo, se eu pegar a rua tal, andar uns 2 quarteirões eu chego no lugar tal; se eu pegar a avenida X e virar 2 quadras já estou em outro lugar que eu conheço. Já em SP, você andou dois passinhos longe da sua rota costumeira e nem sabe mais em que universo está. Olha pro horizonte e só vê coisa desconhecida, nunca vai poder usar aquele método “ótimo” de localização – ahh, tal rua é aquela que tem uma casa roxa na esquina, sabe?

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  • Tem gente que vai se oferecer pra segurar sua mochila, e isso é perfeitamente normal

Quando vi isso eu não sabia se ficava mais espantada, assustada ou contente. Acho bem interessante esse ato de solidariedade (ainda mais se a pessoa que está de pé na sua frente dentro do metrô está visivelmente cansada e precisando de ajuda) mas na ocasião que isso aconteceu comigo eu tinha acabado de ceder meu lugar pra uma moça grávida (beeem grávida, não cabia nada no colo dela além da barriga) e ela me perguntou se podia carregar minha mochila (de uns 20kg) – eu me senti super mal e ofendida porquê afinal, eu não dei meu lugar esperando algo em troca e além do mais, pobre moça já tava carregando uma criança ainda ia carregar meus tijolos da faculdade?! Também acho essa história bem louca porquê eu – pessoalmente – não gosto que gente desconhecida fique com as minhas coisas (quando roubaram meu celular parecia que tinham me roubado um pé, me senti super invadida). Mas quando são amigos e fazem essa gentileza eu acho bem legal – nesse ponto já me acostumei.

15 diferenças que todo mundo sente entre São Paulo e o interioR
  • Tem/tinha grafiti em cada mísero canto

Como vocês bem sabem pelo meu Instagram eu amo grafites e acho que já fotografei todos daqui de Piracicaba (ou quase todos hehe) então imaginem minha alegria doida quando viu que em meio às pichações sem sentido também tem arte? Minha vontade sempre que saio é sair tirando foto de tudo!

15 diferenças que todo mundo sente entre São Paulo e o interioR
  • Você nunca viu tanto pedinte junto

Claro que aqui tem, infelizmente, mas a gente sabe que eles têm ajuda de igrejas e de restaurantes (pra comer). Mas em SP a população das ruas é uma coisa absurdamente louca pra mim, eu fico imensamente triste com esse fato ainda mais em saber que não temos uma garantia de que todos recebem alguma ajuda.

15 diferenças que todo mundo sente entre São Paulo e o interioR - Blog Dezoito em Ponto
  • O frio é uma coisa doida quando vem (e quando não vem é um sol de morrer)

Nunca vi um tempo conseguir ser tão bipolar! Nas minhas primeiras semanas eu não sabia que essa mudança na temperatura era tão brusca, então lógico que passei frio! Agora já aprendi, no mínimo um cardigã tem de estar na bolsa – mesmo que esteja um sol digno de fritar.

15 diferenças que todo mundo sente entre São Paulo e o interioR
  • Na boa que tá chovendo de novo?

Outra coisa interessante quanto ao clima bipolar é: a cidade realmente faz jus ao nome “Terra da Garoa”. Quando inventa de chover chove toda hora, em um minuto tá mó sol, no outro já ta tudo inundando.

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  • “meu” e “mano” são constantes da fala

Pior que isso é chegar pra sogra e tratar ela por “mano” e falar “meu” pra chamar a vó – sim, eu já fiz isso. Simplesmente essas duas palavrinhas não conseguem sair da minha fala enquanto eu estou morando lá a semana toda.

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  • Barulho é tão normal que ninguém repara mais

Sorte minha que eu durmo como pedra – já minha avó por exemplo não sobreviveria – tem barulho a noite toda, helicóptero, avião, caminhão, gente berrando, música em plena 6 de manhã e vários outros ruídos absurdos. Pra mim isso é bem notável porque no interior em moro numa rua muito quieta mesmo – mesmo porquê só tem 3 casas na rua hehe.

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  • O significado de “longe” nunca foi tão absurdo

Meu amigo Gabriel sempre fala que algo é “perto” sendo que pra chegar no referido lugar é necessário andar meia hora e pegar dois ônibus. Fico realmente assustada quando ele diz que determinado lugar é “longe” pois significa que é realmente onde judas perdeu as calças.

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foto: my dress code

  • Cê não é tartaruga pra andar com a mochila pra trás

Essa regra de mochila na frente é no transporte público (seja ele qual for) mas é sempre bom andar assim em ruas como a 25 de março… Eu nunca tinha visto isso antes de SP!

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  • Tem vendedor em todo canto

Porque raios eles adoram aquelas frases toscas? Sempre tem alguém vendendo fone de ouvido na linha azul (aff). E o que dizer dos vendedores da 25 que já chegam pra cima de você? Aqui ninguém vende nada nos ônibus e na rua só tem (quando tem) uns hippies vendendo miçangas.

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  • Aqui a gente só tem shopping, mas em SP tem coisa pra você fazer até morrer

Restaurantes incríveis, museus, shows de graça, ruas interessantes, boates… E a gente aqui indo pro shop.

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  • Todo mundo tá sempre correndo e você acaba indo junto

Se você não apressa o passo vai ser esmagado e depois de tanto correr você vai começar a se apressar até quando não está com pressa (eu sempre)

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Elidio Bar
Mercado Municipal
File de frango

  • Lanche pode substituir o almoço – inclusive diarimente

Nunca ouvi tanto “ah eu como um lanche na rua”, o povo parece que tem uma certa relutância em não almoçar comida.


E você? Quais diferenças você nota entre SP e o interior? E se você gostou desse post não se esqueça de ler também: Lugares incríveis para conhecer na Avenida Paulista  e os outros posts da tag “São Paulo”

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