Culinária Outros

Receita de Patê de Alho facilzão e muito gostoso!

27.09.17
Receita de Patê de Alho facilzão e muito gostoso! dezoitoemponto.com

Quem não ama patê de alho? Na verdade ainda não sabemos se nomeamos como patê, como maionese ou simplesmente molho, mas sabemos que ele é delicioso e muito fácil de fazer! Ótimo para os universitários que vivem derretendo espatulas no óleo fervente (né dona Samira?!) Em todo caso, para os mais experientes e para os fritadores de utensílios domésticos, eis a receita:

  • Ingredientes
  • meio dente de alho (a Jacque gosta do tempero mais fraquinho e me ensinou assim mas tenho certeza que com 1 dente fica bom também!)
  • meio copo de leite GELADO (bem pouquinho mesmo)
  • óleo
  • azeitona
  • sal a gosto

Primeiro você mede o leite gelado, coloca no liquidificador, tampa e já começa a bater e a ir acrescentando bem de pouquinho o óleo (você pode ir colocando naquele furinho da tampa). É importante que o óleo vá sendo colocado bem aos poucos, o ponto correto é quando o liquidificador mudar o barulhinho (isso significa que ele parou de bater algo liquido e passou a bater algo mais consistente), quando o barulho mudar você para de colocar o óleo e bate mais um pouquinho. Prontinho! Agora é só colocar em um potinho com tampa e cortar as azeitonas (normalmente eu faço essa parte porquê é a mais fácil pra criança aqui fazer kkkk) bem pequeninhas. Você vai ficar assustadíssima em como aquele tiquinho de leite virou um montão de patê (sério, parece magia hahah).  Na maioria das vezes o sal da azeitona já será suficiente, mas lembre-se de experimentar e colocar mais sal como quiser. Você também pode acrescentar manjericão e bater um pouco desse matinho junto no liquidificador – pra dar aquele aroma sofisticado sabe?

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Esta foi minha pequena grande receita de uma coisinha que amo, que a Jacque – minha amiga do coração e que divide casa comigo – me ensinou e que deixa tuuudo muito bom! Como eu tava dizendo no Instagram (aliás, me segue la! @samira_omg) essa maionese fica bom no pão, na torrada, no macarrão, em carnes e até na salada! Sério gente, façam, é muito fácil e prático pra quando bate aquela fominha de coisa gostosa mas a gente tá com preguiça de fazer uma super comida – tá ai o molhinho, coloca ele em qualquer coisa que vai ficar dos deuses!

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Beauty Outros

Onde Comprar Blusinhas e Camisetas Fofinhas.

26.09.17

Onde Comprar Blusinhas e Camisetas Fofinhas, Românticas, LadyLike e fofas - dezoitoemponto.comQuem ama roupas estilo romântico, fofinho e ladylike vai amar! E com o sucesso do post “Onde Comprar Vestidos Fofinhos, Românticos e Vintage” eis o “Onde Comprar Blusinhas e Camisetas Fofinhas” Confesso que demorei um tiquinho para fazer esse post porquê estava garimpando lojas e marcas que fossem mais especializadas nesse tipo de roupa. Sei que vocês esperaram bastante (minha caixa de e-mails que diga hahah) mas valeu a pena, juro! E figuei muito contente com o sucesso do primeiro post “Onde Comprar”, eu realmente não esperava! Mas antes de mais nada, não se esqueça de me seguir no Instagram (@samira_omg) ein? Ultimamente eu tô vivendo, comendo e dormindo por lá conversando com vocês <3


Onde Comprar Blusinhas e Camisetas Fofinhas, Românticas, LadyLike e fofas - dezoitoemponto.com Ursolina Design

Com tee estampadas pela artista e dona da marca, as coleções são sempre renovadas e recheadas de amor e traços ao estilo da Renata Soares <3 Sua lojinha também possui outros produtos exclusivos com suas lindas ilustras; como almofadas, pôsteres, bolsas e muito mais! Teremos um post todinho dessa lindeza porquê ela também é parceria do blog (nhaaai).

Onde Comprar Blusinhas e Camisetas Fofinhas, Românticas, LadyLike e fofas - dezoitoemponto.com Toda Frida

E o tanto que eu amo essa marca? As camisetas “fight like a girl” já são famossérrimas (tenho da Hermione hehe uso incansavelmente) e recentemente elas fizeram blusinhas estampadas; outras blusas com aquela gola Peter Pan tão fofinha e diversas estampas incríveis e empoderadoras. Sou bem suspeita pra falar pois já sou fã delas, é tudo de muito boa qualidade e com tamanhos que são bem reais (sem aquela coisa de o G caber em uma pessoa que veste P)

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Literatura

A Insustentável Leveza do Ser – Milan Kundera| Resenha de um dos meus livros preferidos!

20.09.17
A Insustentável Leveza do Ser - Milan Kundera Resenha Crítica por Samira Olliveira dezoitoemponto.com

“A Insustentável Leveza do Ser” de Milan Kundera se tornou um dos meus livros preferidos e pretendo aqui, fazer uma resenha crítica / análise dessa obra que já virou o meu oficial: Livro de Cabeceira™. Minha experiência de leitura de “A Insustentável Leveza do Ser” foi um dos elementos que colaboraram para que ele se tornasse meu queridinho. Na maioria das vezes eu buscava ler na cama; de pijama e várias cobertas (para o frio de SP) e na companhia de uma xícara de chá quente. Apenas uma vez eu fugi a regra; li várias páginas enquanto viajava de Piracicaba a São Paulo – foi inevitável, esse livro ele nos processa e nos transforma.

Aparentemente o enredo é simples: um triângulo amoroso. Tomas é um médico e encontra Tereza por acaso (na verdade, um enorme conjunto de acasos) e ela vê nele uma chance de viver algo. Isso porquê Tereza morava com sua mãe, irmãos e padrasto e era tratada como uma empregada e sempre humilhada pela mãe – que nunca superara o fato de ter tido uma filha com o pior de seus pretendentes a casamento. Para completar, Sabine, a amante principal; pintora talentosa e aquela típica personagem sensual e artista, que você já identifica e até sente inveja. Como plano de fundo, a invasão russa à Tchecoslováquia. Em um primeiro momento, o local principal da narrativa é Praga mas ao longo do tempo os personagens vão se deslocando.

Milan Kundera inicia o romance baseando-se na teoria de Nietzsche do eterno retorno. Assim há um paradoxo na leveza do ser  que é ancorada a um universo em que não existe o eterno retorno. Assim, essa leveza se torna insustentável, não havendo maneiras de aceitá-la e de agarrar-se a ela sem se perder. O “peso” que o eterno retorno traz às ações humanas seria tamanho, a ponto de anular a rapidez de cada gesto e de cada decisão. Referido peso é diferente do “peso” da fugacidade das nossa vidas, em que tudo é único e irreversível onde vivemos a vida como se fosse um ensaio de uma peça, mas que no meio dela, nos descobrimos estar na apresentação única e final.

O tempo e a forma de narrar de Milan Kundera é quase um personagem novo. Segundo o autor ensaísta em A arte do romance “O romance analisa a dimensão histórica da vida humana” É essa dimensão histórica que é efêmera e unidirecional, assim a temporalidade humana aparece como um topos na literatura. O tempo da narrativa vai sendo apresentado durante muitas décadas, por acontecimentos ocasionais e importantes que pontuam a vida de seus personagens. É interessante notar como o narrador onisciente se funde ao personagem e, na busca de trazer o máximo de realidade para a história, chega a contar os mesmo acontecimentos sob diferentes ângulos e personagens. Com esta técnica temos a visão completa do relacionamento crucial da obra: Tomas e Tereza, é nesses momentos que observamos o amor que há nessa relação e todas as ideias que permeiam a vida dos dois.

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Conto Textos

Ecdise – Conto de Samira Oliveira +18

20.09.17

Conto indicado para maiores 18 anos. Para ler mais textos escritos por mim acesse Textos 

 

Dizer que se parece com um palácio talvez seja um exagero. Lembra-me muito daqueles filmes que eu costumava assistir, filmes que dizem do “antigo” de outros tempos. Um hospital talvez não seja a maneira exata de definir. Digamos que é uma mescla de realeza com ciência, coisa que resulta em algo estranho a que costumamos chamar de “moderno”. No ar uma luz dourada, como se o sol não ousasse atravessar seus limites para tocar o quarto, como se fugisse quase que desesperado, da tarefa ingrata de tocar a mim. Assim, no ar, resta apenas partículas minusculas de dourado, como se um importante bracelete de ouro estivesse se fragmentado – em infintos pedaços – de mim.

Eu não conseguia sentar em minha cama de dossel, muito menos deitar em um dos colchonetes disponíveis para meditação. Inquieta eu esperava, infinitamente por uma resposta. Despida, do máximo sentido que se pode atribuir a essa palavra. Despida de emoções; de vaidades, de roupa, de cultura, de memória e de pele. Completamente nua, completamente aberta por dentro, vendo extasiada a minha alma se debater sob a carne. Não tinha ideia do porquê isso aconteceu. Sempre confiei nele, como a minha vida, como o mais importante cacto da minha antiga coleção, como se fosse um pedaço do meu coração, desse insistente órgão que agora sinto e vejo pulsar dentro da carne.

Talvez o espelho quebrasse. Certa vez ouvi uma história, ou seria uma parlenda? Que a pessoa era tão horrenda que ao se olhar no espelho, o objeto não aguentou refletir tão feia imagem, e se quebrou em infinitos pedaços. Numa automutilação, numa autodestruição, poderia eu muito bem, ser a figura horrenda da história. Estaria eu pronta para cortar um dos tantos pedaços do vidro e destruir-me a mim mesma?

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Literatura

Para Educar Crianças Feministas – Um Manifesto | Chimamanda Ngozi Adichie

19.09.17

Para Educar Crianças Feministas é da autora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Eu estou até agora impactada com este livro e tenho certeza de que será uma obra que eu levarei para a vida toda – literalmente, onde eu estiver, No Brasil ou na Turquia, esse livro vai comigo! Se um dia eu tiver um filho então, esse livro será exatamente meu manual. Ele é bem curtinho e pequeno e com uma escrita fluída e muito boa em formato de carta. Isso porquê a amiga de Chimamanda, a Ijeawele lhe pede orientação para criar sua filha, Chizalum Adaora, como feminista. Assim, com 15 sugestões para a criação, a autora trata desde as questões mais difundidas do feminismo até as mais específica, e digamos, novas. Eu li com tanto afinco que até me esqueci de marcar as partes que mais me fizeram refletir – algumas inclusive que eu gostaria de apresentar a vocês – por isso estou lendo o livro mais uma vez, na tentativa de colher as questões principais.

Algumas coisas nunca tinham passado pela minha cabeça, e esse livro me fez repensá-las. Uma das muitas questões é o fato de a mulher “esperar” que o homem a peça em casamento e não ter nunca o direito de tomar a iniciativa e fazê-lo. Segundo a autora, o ato de “pedir” em casamento carrega todo o poder da relação, pois antes que a mulher possa decidir se aceita ou não – e isso pode ser considerado um grande ato de poder (ironia tá) por algumas pessoas – o pedido precisa ser feito, certo? Chimamanda completa: “desejo de coração a Chizalum um mundo em que qualquer uma das duas pessoas possa pedir, em que uma relação se torne tão confortável e repleta de alegria, que a própria ideia de se casar seja motivo de conversa, ela mesma repleta de alegria.”

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