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Dicas de como usar vestidos

28.05.19

Ah os vestidos! Quem ama não vive sem e até mesmo aqueles que deixam ele lá no fundinho do guarda roupa, vira e mexe sente aquela perturbação mental em usá-lo. Eu sou dessas. Passo semanas apenas usando calças até que um belo dia acordo com uma reunião, uma saída com amigas ou até mesmo um date. E quem que me aparece na mente? Claro, os vestidos!

Faça chuva, sol, frio ou calor. O vestido é sempre requisitado e tem para todos os gostos. Agora no outono você pode apostar em vestidos junto de meias calças, cachecóis, boinas, chapéus, luvas e compor um look quentinho e muito estiloso. Para essa época os melhores vestidos são os de inverno, com gola alta, ou de um tecido mais grossinho.

Mas se você quer aproveitar um vestido primavera/verão você pode! Experimente colocar um suéter por baixo ou, caso te pareça muito excêntrico, uma blusa básica de mangas longas. Cintos grandes também são perfeitos para demarcar curvas. Cintos mais fininhos, por sua vez, ficam lindos em vestidos lisos, como um preto longo por exemplo. Some a ele um cardigan e pronto! Visual bonito e confortável.

Esses modelos são da Zaful e você pode comprar aqui

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Vestidos para Outono

28.05.19

Ah o que dizer do outono! Aquela época do ano em que os tons terrosos dominam, que as pessoas se vestem das cores das folhas caídas e do céu frio. Talvez não te pareca um cenário exatamente propício para se usar um vestido. Mas deixa eu te dar umas sugestões e mudar esse seu pensamento

Casaco Trench Coat como vestido

Este casaco surgiu em Londres, durante a I Guerra Mundial, como forma de proteção aos soldados contra a chuva, o frio e outras adversidades. Hoje o trench coat aparece como uma peca chave e indispensável no guarda roupa. Ele pode ser usado com saia curta e salto, legging, calca jeans, shorts e por que não, como vestido!

Para essa opção escolha o modelo mais clássico de trench coat, que é o bege com botoes marrons ou pretos, na altura dos joelhos e com cinto no quadril. Para usar como vestido basta fechar os botões, afivelar o cinto e, para não passar frio, arrematar o look com uma meia calca. Se você for mais clássica uma meia preta ou uma cinza já deixam o seu visual elegante e completo. Mas se você gostar de ousar, uma meia calca colorida ou mesmo com estampas deixam o look mais despojado e alegre. Você pode encontrar o seu clássico trench coat na Zaful neste link aqui.

Vestidos românticos no inverno

Você deve conhecer a matéria aqui do blog Onde Comprar Vestidos Fofinhos e Vintage onde listei lojas maravilhosas e escolhidas a dedo para que você encontre os vestidos mais únicos e maravilindjos desse Brasil!

Mas você deve estar se perguntando como podemos enfrentar o frio com esses vestidos. E a resposta e muito simples! Meia calca, cachecol e chapéus. Alias meias calcas são uma companheira constante no inverno – que também pode ser bem útil para esquentar as pernas ate mesmo quando você usar calca ou mesmo saia longa.

Quanto ao cachecol caso você ainda não tenha muitos, opte por cores que combinem com muitas peças como e o caso de preto, marrom e ate mesmo vinho caso seja o seu estilo. Agora no caso de chapéus eu tenho um artigo aqui no blog exclusivo sobre o assunto – Onde Comprar Chapéus

Vestido Xadrez no inverno

Nada me soa mais outonal e romântico no estilo do que vestido xadrez e boina vermelha. Ainda mais se for um xadrez com tons mais escuros e acompanhado de uma meia-calça preta. Junte ao look uma bota na mesma palheta de cores e você consegue aproveitar até mesmo um vestido mais de verão – com cores mais claras e primaveris – nessa época mais fria.

Na foto abaixo eu juntei uma saia xadrez estilo college com uma blusa básica de mangas cumpridas e gola alta. E falando em gola alta ela tem sido minha fiel companheira pois esquenta a região da nuca – onde o cabelo aqueceria caso eu ainda tivesse as madeixas longas hehe.

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Literatura

Resenha: Chronos – viagens entre páginas e tempos

20.02.19

A série Chronos me conquistou logo com o primeiro livro Chronos – Viajantes do Tempo e sua continuação Chronos – Limites do Tempo não poderia ser diferente.  Um livro escrito por Rysa Walker e editado no Brasil pela nossa parceira DarkSide Books. Nesse volume 2 a narrativa de mostrou mais complexa ainda e muito densa. E eu gosto de livros, filmes e histórias no geral que desafiem meu cérebro e minha forma de pensar. Foi exatamente isso que Chronos me ofereceu.

Resenha de Chronos – Limites do Tempo

Essa novo livro abordou questões ainda mais sérias e complexa como o racismo, o sexismo e homossexualidade através do tempo. Logo no começo em algumas boas dez páginas a autora se debruçou a colar pontas soltas e esclarecer pontos que não tinham ficado tão claro ou mesmo tenha sido esclarecido no livro anterior. Uma vez que tudo estava acertado a narrativa prosseguiu fluída e conexa.

As questões religiosas foram ainda mais problematizadas. No primeiro livro começamos a entender a gravidade da situação mundial com a nova e estabelecida religião cirista. Que criada pelo avô de Kate, Saul, prega a aceitação de todas as pessoas mas também a valorização do dinheiro e dos negócios. Que engloba todas as necessidades e teorias da necessidade religiosa uma vez que oferece abrigo aos menos abastados mas também sustenta templos gigantescos.

É contraditória pois prevê um futuro cheio de catástrofes – que nem os viajantes no tempo nem a própria Kate da atualidade sabe ao certo qual é – mas incentiva que seus seguidores apostem no mercado financeiro. Quase um clube fechado de pessoas poderosas em todo o canto. De gente que se une para supostamente ajudar ao próximo mas que tem esperança de serem os poucos escolhidos dentro do mundo. Isso porque Saul planeja um evento grandioso chamado de Abate que é literalmente a morte de praticamente toda a população mundial e só alguns poucos serão poupados – e é claro que esses poucos necessariamente são seus seguidores.

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Vestido artesanal de gatinhos | Compre de Quem Faz

27.11.18

Vestido artesanal de gatinhos | Compre de Quem Faz Renata Fiore presente pra quem ama gatos e moda consciente por Samira Oliveira dezoitoemponto.com

Calling all the gateiras de plantão. Este post é pra vocês e pra quem ama vestidos, moda consciente e artesanal e também, o estilo vintage e romântico. Recebi da Loja Renata Fiore esse vestidinho maravilindjo que virou um ensaio fofo junto com os gatos da Lainy Cherry e suas fotos lindas. Esse post nasceu a partir do Onde Comprar Vestidos Fofinhos e Vintage (outra matéria daqui do blog).

Além do vestidinho eu também recebi uma necessaire super linda e delicada. A Loja Renata Fiore, além de vestidos também vende camisas, saias, brincos, máscaras de dormir e laços pra cabelo. Tudo feito artesanalmente pela própria Rê (que além de muito talentosa é um amorzinho). Ela também faz modelos e estampas que o cliente escolher, tudo muito bem feitinho e de qualidade. <3

 

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Em voga Pessoal Textos

A melancolia dos dias úmidos e seus recomeços

09.10.18

Hoje foi aquele dia úmido e fresco, que carrega no vento uma sensação de aconchego, de novo e de recomeço. Não entende? Vou te explicar como me sinto. A calçada e as ruas estão molhadas, ando sobre elas com meus coturnos pretos e o vento úmido e feroz batendo no rosto. Vez ou outra ele se ameniza e vira brisa. Vez ou outra meus pensamentos se acalmam e viram breves ideias que nunca irão se realizar. A chuva deixa cada verde da mata mais bonito. E enquanto passo por uma sebe penso em florestas e em como gostaria de estar por ai desbravando alguma, viajando pelo mundo. Também penso em como sou grata por estar aqui, nessa cidade que nem sempre me acolhe e que antes me repele, mas pela qual sinto profunda admiração.

Por cada arvore e moita que passo, observo a folha e vejo em visão macro, cada intempérie que ela passou. Há manchinhas de alguma praga de plantas, há partes mordiscadinhas, há uma parte amarronzada que estraga – enquanto outra continua verde – e há também infinitos tons de verde. Penso em como queria usar essa visão em alguma cidade do Brasil, quem sabe achar uma Imobiliária em Balneário Camboriú  e ficar por lá, desbravando um verão que nunca se acabaria. Outras vezes penso em ir mais longe, em estar em Londres, ou talvez sofrer em frente à torre Eiffel as consequências de alguma romance mal resolvido entre mim e algum francês qualquer.

Nesses dias úmidos eu encho meus pulmões de ar fresco, eu deixo que o suspiro me renove e penso com um certo pesar e um certo desanimo na minha capacidade absurda de me render à rede de pescar ao invés de continuar nadando e de nada pra baixo. Olho ao redor e nesses dias meio melancólicos e aflitos me pergunto onde no meio do caos interior, escondo minha vontade de batalhar pelos meus sonhos. Queria ter a resiliência daquela folha verde que ficou lá atras e resistir, queria não me achar caída, pisada e quase morta. Invisível a todos que passam por mim, e sem forças ou vontade para deixar o vento me levar a outro cais.

Mas logo penso diferente, logo a garoa cai novamente e vai aos poucos, ensopando minha mente, transbordando pensamentos e os lavando de todo esse pessimismo. Ao chegar em casa já reservo uma praia em Balneário Camboriú, me matriculo em um aula de francês e troco meus coturnos por xadrez. Chega de melancolia barata, querida, chega.

Pra quê serve a Carteira de Estudante?
o trauma de sentir e o vício em fugir – sobre o medo de ficar | #TeLiPoesia
Permita-me eu apresentar novamente, e me veja como mulher, não como uma irmã.
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