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Literatura

Criaturas & Criadores – O terror mais antigo pode estar mais perto do que você imagina

30.12.17

 

Criaturas & Criadores - O terror mais antigo pode estar mais perto do que você imagina Resenha livro de contos Galera Record por Samira OliveiraCriaturas & Criadores – Histórias para noites de terror, é editado pela Galera Record e reúne quatro contos de escritores nacionais; Raphael Draccon, Carolina Munhóz, Frini  Geogakopoulos e Raphael Montes. Eu como escritora, levanto a bandeira dos livros nacionais, e assim que soube da publicação de Criaturas & Criadores tive certeza que ele seria incrível – porém ele superou meus anseios. Uma das histórias, a última, me fez ficar noites refletindo sobre o que ela representa, outra me fez reconhecer na personagem um pedaço de mim, já outros me fizeram questionar a profundida do humano e de sua mente. Uma obra que precisa estar na estante de todo bom amante de Edgar Alan Poe e de boa literatura. Obras que comprovam a mímeses literária, e no entanto, completamente renovada.

Criaturas & Criadores - O terror mais antigo pode estar mais perto do que você imagina Resenha livro de contos Galera Record por Samira Oliveira dezoitoemponto.com

  • A CRIATURA

“Toda morte acontece por estágios” e a morte de tudo o que consideramos humano e sensível, também. Nesse conto Frankestein é criado para proteger bandidos perigosos da periferia do Rio de Janeiro. Adicione a esse horror, um médico em busca da imortalidade e uma youtuber jornalista que clama por glória e pelo elixir da fama. Ambos se envolvem perigosamente nessa história de criação, fidelidade e terror. O recurso da peripécia é vertiginosamente bem aproveitado e nos faz ter a sensação de estar lendo algo extremamente único e elaborado – e de fato estamos.

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  • CONDE DE VILLE

Quando li este conto, estava ironicamente aguardando minha orientadora de pesquisa literária, e estava tão envolvida na narrativa que mal percebi que nossa reunião estava atrasada. Selecionei o conceito de reconhecimento presente no conto e aplicando Todorov podemos entender a grandiosidade do conto. Na literatura fantástica, um dos conceitos mais primordiais é o da ambiguidade. Inicialmente ambientado em nosso mundo, a narrativa passa a acumular experiências que, separadas, não atestam para nenhum acontecimentos sobrenatural, mas quando vistas em sua totalidade nos incomoda. Os acontecimentos não saem das leis da natureza como a conhecemos. No conto, a escritora e blogueira Elis sente-se com frio mesmo em um calor de quase 40º graus – mas todos nós podemos sentir isso, afinal podemos estar doentes. Ela também encontra-se com o dono da mais badalada boate local e o acha irresistivelmente atraente, tão atraente que começa a questionar seus sentimentos pelo namorado e quase  noivo Jonathas. Mas quem entre nós, meros mortais, não podemos passar por uma situação semelhante? Os voos de morcegos que Elis sempre vê podem ser apenas sombras de inofensivas borboletas. E a misteriosa doença de sua amiga deve ser apenas mais um novo vírus transmitido pelo famosos aedes. A criatividade infindável de Elis ae escrever contos de suspense e terror, poderiam perfeitamente, serem resquícios de várias vidas passadas na busca de seu amor imortal. O leitor assim lê e se entrega sem arma alguma, vai aos poucos sendo fisgado para dentro de uma história que sequer existe (ou não) e que nos faz segurar o ar e quase morrer. Tzvetan Todorov tem a frase perfeita que define com maestria o fantástico: ” “Quase cheguei a acreditar”: eis a fórmula que melhor resume o espírito do fantástico. A fé absoluta, como a incredulidade total, nos levam para fora do fantástico; é a hesitação que lhe dá vida.” É assim que o leitor é forçado a escolher um lado,e uma história para acreditar, mas é no entanto, constantemente desencorajado a ela.

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Literatura

Resenha: Crônicas de Morrighan – A Origem do Amor | Darkside

18.12.17
Resenha: Crônicas de Morrighan - A Origem do Amor | editora Darkside por Samira Oliveira dezoitoemponto.com

Livro: Crônicas de Morrighan - A Origem do Amor
Série: Crônicas de Amor e Ódio
Autor(a): Mary E. Pearson
Editora: Darkside
Genero: novela
Páginas: 126
Classificacao:
Sinopse: Mas antes que fronteiras tivessem sido traçadas, antes que tratados fossem assinados e batalhas fossem travadas novamente, antes que os grandes reinos dos Remanescentes tivessem até mesmo nascido, uma menina chamada Morrighan e sua família lutavam para sobreviver em meio à guerra.

Começo hoje essa resenha de Crônicas de Morrighan – A Origem do Amor com um excerto que anexei à resenha de The Beauty of Darkness, o último livro da trilogia mais apaixonante de todas:

“Existem outras verdades, Pauline. Verdades que você precisa saber”. E contei a ela sobre Gaudrel, Venda e a menina Morrighan, que foi roubada de sua família e vendida a Aldrid, o abutre, por um saco de grãos. Contei a ela sobre as histórias das quais nunca antes tivemos conhecimento e sobre os ladrões e os abutres que eram os fundamentos do nosso reino, e não um Remanescente escolhido. Os Guardiões Sagrados não eram nem um pouco sagrados.

Resenha: Crônicas de Morrighan - A Origem do Amor | editora Darkside por Samira Oliveira dezoitoemponto.com

É a partir dessa premissa, desse resumo de toda a história, que agora me recordo após terminar Crônicas de Morrighan. Lembro-me de várias teorias que montei sobre as histórias de Morrighan e de Gaudrel ainda na resenha de The Kiss of Deception e hoje vejo como a história toda é ainda mais grandiosa do que eu sonhava. Toda a força que ouvimos sobre a garota que deu início ao reino de Morrighan é acertada e desvendada nessa obra incrível. Se você ainda não leu “Crônicas de Amor e Ódio” esse livro é um bom começo para que você sinta o gostinho dessa história que nos encantou por tanto tempo. Mas se você já conhece toda a trilogia, esse último livro é um delicioso adeus, é uma obra que nos lembra e nos reconecta à guerreira Lia.

Amo a narrativa poética de Mary E. Pearson e apesar de uma novela curta, a história é narrada com uma delicadeza incrível – como todas as histórias da Mary. A história é ancorada no romance do improvável entre o abutre Jafir, membro do grupo bárbaro e a Remanescente e possuidora do dom, Morrighan. Os momentos entre os dois são únicos e de uma pureza e brilho louváveis.

Parecia que sentir medo era algo que estava no meu sangue. Isso me mantinha sempre ciente das coisas, mas, até mesmo com meus dez anos de idade, eu estava cansada disso.


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Tênis criativos da Usthemp – Sapato de Borboletas!

15.12.17

Tênis criativos da Usthemp - Sapato de Borboletas! Resenha de Oxford ladylike por Blog Dezoito em PontoEu tenho um amor declarado pela Usthemp – é mozãos, já virei fã de carteirinha sim! E com o sucesso do post Usthemp – Sapato com estampa de cachorros!  (onde mostrei minha alpargata de poodles) recebi esse tênis maravidivo para mostrar para vocês. Escolhi essa estampa fofíssima de borboletinhas – que amo – e o modelo Legend. Esse modelo é bem confortável, sério, fiquei até assustada porque normalmente eu acabo usando mais sapatilhas e alpargatas de “calçar e já sair” por serem mais práticas e gostosas no pé, porém o tênis ficou muito bom! Assim que o tirei da caixa já fui experimentar e mostrar pra vocês no Instagram, e olha, fiquei um booom tempo com ele porque tinha esquecido que estava usando! hahahaTênis criativos da Usthemp - Sapato de Borboletas! Resenha de Oxford ladylike por Blog Dezoito em Ponto

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Outra coisa que gostei do Legend é por ele ter essa parte mais elevadinha atrás, tipo um saltinho, o que é muito bom pra véia aqui que tem inflamação no nervo ciático e não pode usar rasteirinha, por exemplo. Ele é a versão Oxford da Usthemp; ladylike mas com um toque mais casual. O solado é feito de borracha reciclada com partículas de várias cores, o que deixa esse efeito meio flocado. E o mais amor na Usthemp: ele é inteirinho artesanal e livre de material de origem animal ♥Ah e uma salvação para nossos pés é que o forro tem tratamento antimicrobiano e evita odores, ou seja, quem não gosta muito de meias nem precisa usar!
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Onde comprar Melissas – Gimultimarcas e Melissa Kazakova

16.11.17

Quem não ama Melissa? Impossível não é mesmo? Mas você sabe onde comprar com segurança, descontos ótimos e até mesmo encontrar aquela melissa antiga tão sonhada? Na Gimultimarcas tem Melissas maravilhosas, desde a coleção mais recente até os modelos anteriores – que as colecionadoras e viciadas em Melissa procuram incansavelmente hehe A Gimultimarcas também vende Kipling – ai meu corashaw! – e tem uma bolsa mais maravilhosa que o outra!

  •  Oferece frete grátis para compras acima de R$ 249,90;
  •  São tradicionais na venda de Melissa pela internet e nasceram em 2012;
  • Proporciona aos clientes até 30 dias para trocas;
  • Possui muitas melissas antigas no bazar.

Para o Black Friday eles estão com frete grátis acima de R$ 59,00 ! Miga, guarda o money que a Black Friday da Gimultimarcas vai ser incrível – to sentindooo e vou garantir minha bolsa da Disney e Melissa

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Literatura

A Sereia – Kiera Cass | A música mortal e a humanidade das sereias

08.11.17
Livro: A Sereia
Série:
Autor(a): Kiera Cass
Editora: Seguinte
Genero: romance
Páginas: 323
Classificacao:
Sinopse: Anos atrás, Kahlen foi salva de um naufrágio pela própria Água. Para pagar sua dívida, a garota se tornou uma sereia e, durante cem anos, precisa usar sua voz para atrair as pessoas para se afogarem no mar. Kahlen está decidida a cumprir sua sentença à risca, até que ela conhece Akinli. Lindo, carinhoso e gentil, o garoto é tudo o que Kahlen sempre sonhou. Apesar de não poderem conversar — pois a voz da sereia é fatal —, logo surge uma conexão intensa entre os dois. É contra as regras se apaixonar por um humano, e se a Água descobrir, Kahlen será obrigada a abandonar Akinli para sempre. Mas pela primeira vez em muitos anos de obediência, ela está determinada a seguir seu coração.

Eu sou apaixonada por Sereias, e desde que vi esse livro da Kiera Cass já fiquei surtada para ler! Muito tempo se passou e finalmente arranjei um tempinho para lê-lo e resenhar ele aqui pra vocês. Estou morta de amores por essa história então essa resenha vai ser bem apaixonada!

Eu queria ser capaz de explicar como a interrupção de uma vida plena era melhor do que o prolongamento de uma vida vazia.

Na obra A Sereia de Kiera Cass, as sereias existem em número limitado e vivem quase sempre juntas, normalmente em número que vão de 6 a 10. Elas podem ser resgatadas de naufrágios assim que clamam pelas suas vidas, e como pagamento por essa segunda chance, são condenadas a viver 100 anos atraindo pessoas até o mar e matando-as afogadas. Tudo isso para alimentar a Água, que é um personagem não corpóreo mas importantíssimo na obra, de modo que deixa de ser um “coisa” e passa a ser um “ser” poderoso, austero porém gentil com Kahlen, a personagem principal. Ela foi salva de um dos naufrágios e desde então é uma das melhores e preferidas da Água. As sereias moram em terra firme, geralmente perto de praias e perto da Água para poderem atender ao chamado e ir até o local onde provocarão o desastre. Esse é um momento muito delicado, afinal, elas são obrigadas a matar e a continuarem cantando até que não reste nenhuma pessoa viva. A união e amizade delas é o que as mantém fortes e confiantes, isso foi um dos elementos que mais gostei em A Sereia. Cada uma explora seu hobbie durante seus 100 anos e vive a vida do modo como pode, tentando não se desesperar quando o chamado para a matança se aproxima. Elas podem fazer o que quiserem, viajar para onde quiserem e gastar uma quantia de dinheiro indefinida, mas não podem nunca – em hipótese alguma – falar com humanos. A voz das sereias é mortal para um humano, por isso, elas se relacionam com eles por meio de gestos – libras – e expressões faciais. No começo da história elas moram perto de uma Universidade e frequentam os mesmo espaços que os outros jovens de suas idades. Algumas gastam a vida em baladas, como Elizabeth, ou explorando sua arte e vendendo seus quadros como Miaka, e no caso de Kahlen, se refugiando na biblioteca e nos jardins da faculdade.



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